visão noturna

A capacidade de olhar é proporcionado por um jogo lógico: um raio de luz viaja centenas de milhões de quilômetros desde o astro solar até as folhas de uma árvore ou uma gota de tinta. O reflexo desse encontro é apreendido pelos nossos olhos, que entrega essa informação ao cérebro que a decodifica em imagens.

Essa breve explicação científica, que demorou séculos a ser formulada, demonstra também o outro lado da moeda: a escuridão.

Sem as tais partículas viajantes, no entanto, a visão humana se torna um tanto mais prejudicada. Em alguns animais, como os gatos, a visão no escuro é 50% melhor. Isso por possuir uma estrutura refletora que provoca uma dupla estimulação dos receptores responsáveis pela percepção de cores e formas.

Outro fator considerável é a possibilidade da pupila do gato dilatar três vezes mais que a humana, permitindo a entrada máxima de luz. Em compensação, quando exposta ao sol, a pupila se retrai a uma fenda, contrabalançando essa hipersensibilidade.

Esses mesmos mecanismos, também compreendidos após muito estudo, foram reproduzidos através de técnicas e são similares aos que são encontrados nas câmeras mais modernas de fotografia ou cinema. Um caso dessas câmeras é a Sony A7S.

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