só podia ser…

Estereótipos são a maneira mais fácil de se viver em sociedade. Tiramos nossas conclusões depois de uma ou, com sorte, duas olhadas. A serie fotográfica de Joel Parés, entitulada “Judging America”, faz uma crítica ao olhar maniqueísta estadunidense.

O mexicano jardinero, a siria terrorista, o negro gangster, a chinesa manicure. O ensaio nos proporciona um outro olhar.

A catalogação está cristalizada em nós. O preconceito impõe um conformismo, ao passo que o estereótipo pressupõe a ideia de uma classe específica sobre ambientes, crenças, moradias, roupas, acessórios. Enfim, tudo. Mas ambos são violentos. E cruéis.

No Brasil, o julgamento é por espoliação. Sua agressão é velada, e os imigrantes haitianos, bolivianos e coreanos são “a brincadeira do momento”.

E no mundo, fica mais visível que o estereótipos são um dos entraves para solucionar a crise de refugiados, principalmente na Europa. E surge a pergunta: como lidar com um problema tão calcado no nosso cotidiano?

Humor? A piada, reforça a violência? Ou coloca o assunto em pauta?

Um texto de Eduardo Gasparian Tkacz.

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