o papel do montador

O papel do montador mudou muito ao longo da história do cinema. Da velha moviola e seus processos mecânicos, que envolviam o corte e a colagem manual da película em filmes ainda sem som, até os processos digitais que permitiram a democratização desse processo tão técnico, a missão do montador audiovisual segue a mesma: Dar vida aos blocos de realidade capturados durante o processo de filmagem.

Posterior a todo o planejamento, organização e realização, o editor recebe horas de material bruto. O filme está ali, tal qual uma escultura no interior de uma larga rocha, esperando para ser descoberto e, finalmente, ver a luz do dia. E se todo o trabalho de meses ou anos, se resume àqueles rolos de filme ou Terabytes em HDs, cabe ao editor costurar essas imagens, criando uma lógica própria a elas e concretizando o que comumente é chamado de Linguagem Cinematográfica.

Embora muitas vezes posto em segundo plano, essa parte da realização cinematográfica equivale-se de um corpo teórico que remonta ao começo do século XX, nos escritos de Dziga Vertov e Serguei Eisenstein e se prolongam pelo século de cinema, chegando aos dias de hoje. A montagem é uma arte de precisão científica, mas que depende muito da sensibilidade de seu operador e de um olhar dedicado com a obra.

Selecionamos alguns vídeos que falam sobre a importância do montador e que revelam os procedimentos que ficam escondidos em suas escuras ilhas de montagem. 😉

The Cutting Edge – The Magic of Movie Editing
Where Does Your Hidden Smile Lie? – Pedro Costa, 2001 (trecho)
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