o museu andarilho

Os museus, como profetizavam os artistas do futurismo italiano, estão definhando. O espaço expositivo deve ser como toda a construção social: mutável, adaptável. Como apresentar as obras de arte contemporânea se ainda nos utilizamos de estruturas do século XVII?

O artista plástico e mineiro Jorge Fonseca (a.k.a Jorge K), inquietado com o status quo, criou uma obra que discute tanto o acesso a arte quanto o próprio espaço expositivo. O Fiotim é um museu sobre rodas que viaja pelo Brasil com o objetivo de dar ao público brasileiro aquilo que lhes pertence: acesso a cultura e arte.

As obras ficam expostas de forma lúdica e interativa e contam com um apresentador, Jorge K, além de performances por artistas convidados. A fórmula do projeto lhe garantiu o prêmio de 1º lugar na categoria “Conexão Circulação” da Funarte e uma indicação ao prêmio PIPA (Prêmio Investidos Profissional de Arte), cujo o vencedor é decido pelo voto popular.

Os espaços de exposições devem estar lado a lado com a sociedade e suas mudanças. Pois agora, mais do que nunca, precisamos de museus que democratizem, que acolham e que, principalmente, caminhem.

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