no loop da montanha-russa

O parque aquático estadunidense SeaWorld inaugurou recentemente uma montanha-russa com óculos VR. A experiência soma à volta no brinquedo uma busca virtual pelo Kraken no fundo do mar.

Nicolau Svecenko, em seu livro “A Corrida para o Século XXI – No Loop da Montanha-Russa” (2001, Companhia das Letras), define o sujeito social globalização como um individuo que entra pela primeira vez em uma montanha-russa.

O carro vai subindo cada vez mais alto.

Gradativamente.

Devagar.

Quando chega no topo, desce brutamente em uma queda.

Rápido.

Muito rápido.

Cada vez mais rápido.

Esquerda para a direita.

Direita para cima.

Diagonal e para baixo.

E chega no loop.

O loop é o momento em que vivemos atualmente, onde perdemos todas as referências de espaço-tempo. Não podemos mais olhar para o passado para entendermos o futuro.

A sociedade está em um estado metamórfico aparentemente infindável.

Graças ao avanço tecnológico, que confere velocidade ao carrinho, estamos cada vez mais perdendo nossas referências.

As montanhas-russas mudaram, literalmente. Hoje, algumas delas tem óculos de realidade virtual para uma nova experiência, não só de deslocamento espaço-temporal, mas de inserção em um novo mundo.

Olhamos para frente e vemos os trilhos. Puxamos o óculos para baixo e estamos em um submarino em busca do Kraken. Mistura-se então, a experiência física com virtual.

Qual será a evolução da montanha-russa?

Até agora estamos no eterno loop.

Dando voltas.

E voltas.

E voltas.

E voltas.

E voltas.

E voltas.

E voltas.

E voltas.

ONDA

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