love love love

Revolucionar através do amor.

Talvez esse seja um dos motes mais comuns nos idos anos 60, um período de valorização das liberdades individuais perante aos governos totalitários que propunham uma guerra conservadora com a sociedade, seja nos EUA ou no Brasil.

Dentro desse contexto, a arte produziu respostas eloquentes e populares através de diversas manifestações.

A mais impressionante talvez se dê na música. Nos Estados Unidos, reverberando pelo mundo, é difícil ignorar como os Beatles transcenderam seu espaço enquanto artistas e impactaram uma geração a se rebelar contra o conservadorismo e ao imperialismo. O amor livre e o uso recreativo de drogas se tornaram inimigas do establishment.

No Brasil, a tradução mais eloquente desse espirito revolucionário se apresenta no Tropicalismo de Caetano Veloso, Gilberto Gil, d’Os Mutantes, Tom Zé e uma gama gigante de artistas que passaram a expor genialmente a MPB – Música Popular Brasileira. O movimento possui como seu maior marco o álbum Tropicália ou Panis et Circencis.

Transformar pessoas através da generosidade e genialidade da arte. Eis exemplos do que é possível.

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