jovens diretores brasileiros

O cinema é uma arte em movimento.

Estar estagnado ou improdutivo nada combina com a arte de colocar o mundo para girar. Por isso, é muito positivo percebermos o movimento de uma nova geração de cineastas produzindo novos caminhos e colocando o cinema brasileiro para frente. Confira alguns desses nomes.

Anita Rocha da Silveira

Anita é formada em Cinema pela PUC-Rio. Trabalhou como montadora e roteirista, além de dirigir curta-metragens. Em 2012, participou da Fábrica do Cinema do Mundo, projeto realizado em parceria entre o Instituto Francês e o Festival de Cannes, para poder filmar seu primeiro longa-metragem, Mate-Me Por Favor. O filme foi premiado no Festival do Rio e selecionado para o Festival de Veneza.

Leonardo Mouramateus

Nascido em Fortaleza, Leonardo Mouramateus teve experiências no teatro e na dança antes de se formar em Cinema pela Universidade Federal do Ceará. Em seguida, foi fazer mestrado em Belas Artes na Universidade de Lisboa, onde vive atualmente. Em 2017 lançou seu primeiro longa metragem, António Um Dois Três, após dirigir dez curta-metragens.

André Novais Oliveira

André Novais Oliveira possui uma carreira sólida em curtas-metragens, com destaque para Fantasmas e Pouco Mais de Um Mês e realizou recentemente o seu primeiro longa-metragem, Ela Volta na Quinta, com distribuição da Vitrine Filmes. O filme ganhou o prêmio máximo no X Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador, e na VI Semana dos Realizadores, no Rio de Janeiro.

André é sócio da produtora Filmes de Plástico, grupo de Contagem (MG) que se notabilizou por um forte trabalho coletivo.

Gabriel Mascaro

Gabriel Mascaro é um cineasta e artista visual brasileiro. Ele começou sua carreira em 2008 com o documentário KFZ-1348, que recebeu o Prêmio Especial do Júri na 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O filme mais recente do cineasta pernambucano é Boi Neon (2015), que ganhou uma menção honrosa durante a mostra Plattform do Festival Internacional de Toronto, no Canadá. O longa-metragem também foi premiado no Festival de Veneza, com o Prêmio Especial do Júri.

Maria Augusta Ramos

Formada em música pela Universidade de Brasília (UnB), Maria se mudou para Paris onde concluiu seus cursos de musicologia e música eletro-acústica no grupo de pesquisas musicais (Radio France) e, mais tarde, em Londres, (City University). Em 1990, casou-se com Henkjan Honing, e foi morar na Holanda, onde estudou direção e edição na Academia Holandesa de Cinema e Televisão, sendo aluna de Johan van der Keuken (1938-2001). Se destacou no documentário, principalmente retratando o sistema judiciário brasileiro como em seu último filme, O Processo, selecionado para o Festival de Berlim.

Cristiano Burlan

Cristiano Burlan realizou mais de uma dezena de filmes, e já dava aulas na Academia Internacional de Cinema (AIC) antes de se tornar um cineasta reconhecido. Com seu 15º filme, contudo, venceu a barreira da indiferença e das “críticas ferozes”. Seu documentário “Mataram meu irmão” conquistou os prêmios do júri e da crítica no festival “É Tudo Verdade”.

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