entre o preto e o branco

A fotógrafa brasileira Angélica Dass investiga a variedade infinita das nuances de cor da pele humana através da escala de cores Pantone.

Ela, que começou fotografando os membros de sua família (que é bem diversa), já fotografou mais de 2.500 retratos em vários lugares do mundo, como Rio de Janeiro, Chicago e Barcelona.

E a lista só cresce, pois a fotógrafa defende que este é um projeto permanentemente em progresso – já que ela só consideraria o trabalho terminado se conseguisse fotografar todas as pessoas do mundo.

O objetivo do projeto é provocar a trazer atualidade usando a internet como uma plataforma de discussão sobre identidade étnica, criando imagens que nos levam a nos identificar com um e outro fotografado – mas à parte de fatores como nacionalidade, origem, status econômico, idade ou padrões estéticos. 

É por isto que as imagens não trazem outra informação senão o código de cor Pantone que aquele indivíduo representa.

Em entrevista sobre o Humanae – nome oficial desta série de fotografias que começou como um projeto de sua pós-graduação em Fotografia – ao CNN, Angélica conta que não está apenas colecionando retratos, mas histórias, o que é igualmente importante para ela.