da tinta aos pixels

Na busca por meios inovadores de exibição de uma obra de arte, muitos artistas já utilizam os dados brutos produzidos por nossas sociedades como matéria prima.

Borrar as fronteiras entre arte e informação significa necessariamente marretar o “mito romântico do artista” – uma espécie de juízo de valor que distingue o que é arte do que supostamente não é.

Os discípulos da data art sabem muito bem disso, tanto é que suas obras ganham relevância justamente por simbolizarem um ato artístico fundamental, uma espécie de comentário crítico da era digital em que vivemos.

Virtual Depictions: San Francisco / Public Art Project, Refik Anadol (2015).

Uma era em que supostamente tudo é aberto, mas que parece cada vez mais obscura ou incompreensível para os não-especialistas. Ao se re-apropriarem destes resquícios de informações, os artistas de dados reintroduzem a fantasia em um tempo de conceitos cada vez mais abstratos.

Murmur Study, Christopher Baker (2009). A instalação examina o surgimento de tecnologias de micro-mensagens e atualização de status, como o Twitter e Facebook.

O objetivo da data art é criar formas estéticas e obras artísticas de natureza digital de dados gerados a partir da chamada “big data” (gráficos, simulações, fichas de trabalho, estatísticas etc). Qualquer dado virtual produzido pode ser transformado em imagens, objetos ou sons.

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