arte de rua

Falar sobre o tamanho de São Paulo já se tornou um lugar comum. A cidade, com 12 milhões de habitantes, é a maior cidade das Américas, do hemisfério Sul e da lusofonia. O principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul.

Mas e no mundo das artes, qual é a relação da cidade?

Como toda grande cidade, podemos destacar museus como o MASP (Museu de Arte de São Paulo), o MAM (Museu de Arte Moderna) e o MAC (Museu de Arte Contemporânea) ou alguns espaços culturais como o IMS (Instituto Moreira Salles), o Instituto Itaú Cultural ou os diversos SESCs.

Gostaríamos, no entanto, debruçarmo-nos sobre iniciativas menores, que buscam descentralizar o acesso a arte e a cultura nessa gigantesca cidade e dar voz à artistas iniciantes ou amadores. Queremos falar de arte de rua.

1. Becos da Vila Madalena

Para começar, o melhor lugar para conferir grafites de artistas urbanos é o famoso bar boêmio da Vila Madalena. O trecho mais conhecido é o Beco do Batman (entre as ruas Gonçalo Afonso e Medeiros de Albuquerque), mas vale conhecer outros locais próximos, como o Beco Niggaz (ou Beco do Aprendiz), Beco do Lira, a Praça das Corujas e os arredores entre as ruas Patápio Silva e Medeiros de Albuquerque, onde fica a galeria Choque Cultural, cheia de obras de arte urbana e suas vertentes.

2. Sarau da Cooperifa

Por entre as ruas apertadas e escadas sinuosas da periferia de São Paulo, a arte rouba a cena e vira protagonista na noite da zona sul. Todas as terças, a partir das 20h30, o Bar do Zé Batidão abre seu salão para que poetas, cantores, escritores, pintores, MC’s e artistas em geral se apresentarem no Sarau da Cooperifa. A iniciativa é do poeta Sérgio Vaz.

A entrada é gratuita. R. Bartolomeu dos Santos, 797 – Jardim Guarujá

3. Slam Resistência

Slam é uma competição de spoken word, poesias faladas, em que o poeta apresenta seus textos em até 3 minutos sem utilização de objetos cênicos e acompanhamento musical e o público dá notas para cada apresentado. O evento rola toda primeira segunda do mês no escadão da Praça Roosevelt com a Rua Augusta. O microfone é aberto para todos que quiserem participar, sem precisar de inscrição prévia e a atividade, claro, é gratuita.

4. Batalha do Santa Cruz

Saindo pelo lado esquerdo das catracas do Metrô Santa Cruz, um grupo de jovens se reúnem todas as segundas feiras, 20h30 da noite, para um dos berços mais importantes do rap de improviso em São Paulo. A batalha funciona assim: O primeiro MC tem 30 segundos para soltar as punch lines, o adversário responde no mesmo tempo e o público elege o vencedor do primeiro round. Segundo round começa com quem terminou o primeiro. Em caso de empate rola um par ou ímpar pra ver quem começa e mais 30 segundos pra cada um. A plateia decide quem ganha.

É só colar!

5. Avenida Paulista Aberta

A proibição do acesso de carros a avenida aos domingos possibilitou um novo uso para o espaço: se antes já era um ponto de encontro de artistas de rua, agora a Avenida se tornou um festival de arte a céu aberto. O calçadão é uma via aberta de encontro do público (cerca de 30 mil pessoas por domingo) com músicos, artistas circenses, foodtrucks, dançarinos, rappers… Vá conhecer na faixa.

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