A arte como forma de “lavar a alma”

entenda como o cineasta Victor Ribeiro enxerga seu processo criativo

Victor Ribeiro começou nesta semana a gravar seu nova curta-metragem aqui no ATRAVES\\, como parte dos trabalhos da onda #9 Superstição.

O tema da nossa primeira onda foi um dos motivos que levou o artista a aceitar o convite para compartilhar seu processo criativo. O cineasta (que também é ator e documentarista) se considera uma pessoa muito supersticiosa, mas odeia suas superstições e espera “lavar a alma” durante a realização do filme. “Odeio ter algumas crenças, toques e medos existenciais que tenho. Por mim, apagaria tudo porque acho que algumas dessas superstições me atrapalham”, revela.

Victor conta que seu processo criativo tem um quê de arte curadora e acredita que durante o desenvolvimento do curta procura resolver suas questões com as crendices. “O artista procura olhar para as questões existenciais e do cotidiano sob uma perspectiva diferente, procurando um certo distanciamento para encontrar uma nova abordagem e um novo olhar sobre o que está acontecendo”, diz.  “Como eu também sou cheio de superstições, crenças e dúvidas, como qualquer outro ser humano, uma das minhas vontades aqui é usar este espaço para olhar de fora até as minhas próprias superstições e poder questioná-las. Vejo essa oportunidade de uma maneira até medicinal mesmo”, confessa.

Em seu filme, Victor quer questionar a relação que temos com as crenças e quais os motivos fazem com que a gente acredite nessas superstições que perduram há gerações. Ele explica que se sente protegido no ambiente artístico: “Quando eu abro uma guarda chuvas dentro de casa eu não me sinto seguro, mas de alguma forma aqui dentro do ambiente artístico eu sinto que tenho mais liberdade, como se a arte me permitissem fazer isso de forma protegida e segura. Acredito que meu processo será um jeito de lavar a alma, um caminho para enfrentar os meus medos e de cura”.

Assim que chegou ao nosso estúdio, o supersticioso Victor Ribeiro procurou organizar o espaço para se “sentir em casa” e já fez algumas alterações no local. “Quando entrei aqui eu estava precisando de alguma forma me apropriar e me sentir em casa para conseguir entrar no meu processo criativo. Havia um varal cheio de superstição, carregado de um monte de crenças, que de alguma forma estava pesando sobre a minha cabeça. Eu pedi para tirarem para poder enfim trabalhar isso foi uma das coisas que eu precisei fazer”, explica.

Acompanhe seu processo criativo!

O ESPAÇO CRIATIVO DE VICTOR RIBEIRO
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