5 documentários sensoriais

Os chamado documentários sensoriais ganham cada vez mais exemplares. Se o documentário tradicional lança mão de artifícios como a mediação de um entrevistador para possibilitar um vislumbre da ‘verdade’, os documentários sensoriais arremessam seus espectadores em um universo pleno de matéria: som e imagens que, em confluência, transmitem a experiência subjetiva do indivíduo. Uma outra maneira de encontrar uma verdade.

Leviathan (2012), de Lucien Castaing-Taylor e Verena Paravel

O documentário é focado em um navio de pesca em escala industrial pelos mares do Atlântico Norte. O filme, filmado com câmeras GoPros, recria o ambiente extremamente hostil e violento enfrentado pelos pescadores do barco. As imagens refletem o impetuoso balanço do mar, filmando com extrema proximidade. A visceralidade das situações e o som transportam o espectador para aquela violenta situação.

São Silvestre (2013), de Lina Chamie

O documentário pretende reproduzir a sensação de participar da maratona de São Silvestre, a maior corrida a céu aberto da América Latina, realizada anualmente em São Paulo, dia 31 de dezembro. Com uma câmera acoplada ao corpo do ator Fernando Alves Pinto, o filme busca captar o cansaço, a velocidade, o suor, a respiração e o movimento dos atletas.

Hélio Oiticica (2012), de Cesar Oiticica Filho

O documentário “Hélio Oiticica” nos oferece um olhar do próprio artista sobre sua vida e obra. Trata-se de um diálogo direto com o espectador, travado por meio de depoimentos e entrevistas históricas e permeado por imenso material de arquivo inédito. Nele, podemos ouvir Oiticica narrando idéias que extravasam o pensamento de uma época e que ainda influenciam o nosso pensamento contemporâneo.

Olho Nu, (2014) de Joel Pizzini

A partir de um vasto material de arquivo, que inclui shows, videoclipes, entrevistas, aparições em programas de televisão e ainda gravações caseiras, é apresentada a vida de Ney Matogrosso. As diferentes texturas são montadas de forma explosiva, ressaltando a personalidade exuberante do cantor.

O Ministério das Ferrovias (The Iron Ministry, 2014), de J.P. Sniadecki

Filmado em mais de três anos nas ferrovias da China, The Iron Ministry  percorre os vastos interiores de um país em movimento: carne e metal, retinidos e chiados, luz e escuridão, linguagem e gestos. Uma partitura de viagens transformadas em uma só, para capturar as emoções e ansiedades das transformações tecnológicas e sociais. O filme imerge a audiência em relações fugazes e encontros difíceis entre homens e máquina neste que será em breve o maior sistema ferroviário do mundo.

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